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Fórum China-CELAC: Novas Oportunidades para o Desenvolvimento
MFA
2018/01/21

  Li Jinzhang, embaixador da China

  A cooperação China-América Latina e Caribe terá um começo promissor no início do ano. De 19 a 22 de janeiro, terá lugar no Chile, a 2ª Reunião Ministerial do Fórum China-CELAC, na qual os dois lados vão promover cooperação e levar a sua parceria a um nível ainda mais elevado.

  I. O papel que o Fórum desempenha no reforço da cooperação.

  A primeira reuinão ministrial do Fórum China-CELAC, em janeiro de 2015, em Beijing, aprovou o Programa de Cooperação entre a China e os Países Latino-americanos e Caribenhos 2015-2019, que definiu as áreas principais e medidas da cooperação coletiva entre os dois lados. Ao longo dos últimos 3 anos, a China e os países latino-americanos e caribenhos têm implementando ativamente o programa, trazendo novos progressos para a sua cooperação substancial. O volume de comércio entre a China e a região superou US$ 210 bilhões de janeiro a outubro de 2017, um aumento de 18% em relação ao mesmo período do ano anterior. O investimento direto da China na região atingiu US$ 27,2 bilhões em 2016, um aumento de 115% comparando com o ano anterior. O estoque de investimento chinês atingiu US$ 207,1 bilhões, representando 15% do investimento total da China no exterior. A região já é o segundo maior destino de investimento chinês no exterior, atrás apenas da Ásia. O Fórum China-CELAC não é um “talk-shop”, mas sim uma “equipe de ações”.

  II. As principais direções e áreas-chave da cooperação no âmbito do Fórum.

  A segunda reunião ministerial do Fórum China-CELAC elaborará o plano para a cooperação entre a China e os países latinoamericanos e caribenhos na próxima etapa. A China gostaria de aproveitar essa oportunidade para promover o acomplamento da iniciativa "Um Cinturão e Uma Roda" com as estratégias de desenvolvimento dos países latinoamericanos e caribenhos.

  Proposto pelo presidente chinês Xi Jinping, em 2013, "Um Cinturão e Uma Roda" é uma iniciativa que objetiva a criação de uma plataforma de cooperação internacional. Durante a Cúpula "Um Cinturão e Uma Roda" da Cooperação Internacional no ano passado, o presidente Xi anunciou que a China aumentará seu apoio à construção "Um Cinturão e Uma Roda" e adicionará 100 bilhões de yuan ao Fundo da Rota da Seda, e encorajará as instituições financeiras a realizar operações em yuan no exterior, que poderão movimentar 300 bilhões de yuan. Além disso, as instituições financeiras da China fornecerão quase 400 bilhões de yuan de empréstimos especiais para apoiar a construção "Um Cinturão e Uma Roda". "Um Cinturão e Uma Roda" tornou-se um produto público internacional bem recebido, cujo segredo é ser “visível, tangível e eficiente” em vez de ter conversas vazias.

  400 anos atrás, a China e a América Latina abriram "Roda da Seda Marítima no Oceano Pacífico". A China está disposta a promover a cooperação substancial em todas as áreas com os países da região sob os conceitos e métodos de construção de "Um Cinturão e Uma Roda", aprofundando a comunicação das políticas, a conectividade de infra-estruturas, o livre fluxo de comércio, a circulação de capitais e o entendimento entre os povos, criando as novas oportunidades e expandindo novos espaços para desenvolvimento.

  III. A promoção, de forma interativa e complementar, da cooperação China-Brasil e a cooperação China-América Latina e Caribe.

  China e Brasil são defensores e criadores do Fórum China-CELAC, e ambos são seus padrinhos. A cooperação China-Brasil é locomotivo para a cooperação China-América Latina e Caribe. A China está pronta para discutir com o Brasil o acoplamento da iniciativa "Um Cinturão e Uma Roda" com a estratégia de desenvolvimento do Brasil e fortalecer a cooperação em infra-estruturas, agricultura, energia elétrica, comunicações e máquinas de construção, apoiar a construção dos canais de logística, eletricidade, energia e informação da região, promovendo a ligação e conectividade regional, alcançando assim a transformação e atualização da cooperação China-América Latina e Caribe.

  O que se deve aproveitar é a oportunidade, e o que não se pode perder é o tempo. Acreditamos que, com os esforços conjuntos de todas as partes, a China e os países latino-americanos e caribenhos vão aproveitar a oportunidade e caminhar rumo à formação duma comunidade de destino comum.

Para sus Amigos:   
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